Itália fecha 15 sites de IPTV Pirata 21/01/2020


Itália fecha 15 sites de IPTV e aponta adoção de set-top boxes adulterados pelo mercado de pirataria


Fim de jogo (perdão pelo trocadilho) na Itália: autoridades desarmaram pelo menos 15 serviços ilegais de IPTV, que transmitiam partidas de futebol cujos direitos autorais para exibição pertenciam a algumas redes de canais, que não ganhavam um único centavo nesse processo.
A prática, infelizmente, é comum, inclusive no Brasil: grandes redes de televisão por internet são articuladas com os canais da televisão paga, e então empacotados em serviços de IPTV. O usuário então passa a pagar uma mensalidade a esses grupos, mas zero desse dinheiro é repassado aos detentores de programação.
Uma operação conduzida pelo Ministério da Justiça no final do ano passado desarticulou muitos grupos desses no Brasil, mas acontece que tanto aqui quanto na Itália outro tipo de crime quanto à adulteração do sinal de canais pagos é feita, e essa outra é mais complexa: a quebra da codificação através de aparelhos próprios para isso.
O processo é o seguinte: terminais set-top boxes de código aberto são instalados na casa do usuário, e este recebe o sinal dos canais pelo cabo da própria operadora, e a dependência da internet é exclusivamente para a recepção de chaves criptográficas que de fato permitem a leitura dos sinais pelos aparelhos. Na revelação do desmantelamento dos grupos de IPTV na Itália as autoridades indicaram que tal prática vem se tornando muito comum também, apesar de ser dentre essas duas opções a menos prática.
A lei brasileira difere da italiana apesar de algumas similaridades quanto aos riscos penais que os assinantes desses serviços estão sujeitos quando aderem a alguma dessas práticas. Por lá, porém, as sanções são mais pesadas, já que a violação de direitos autorais é classificada como crime de fraude informática. Quem é pego comprando serviços IPTV pode ser preso, além de ser sujeitado a pagar uma grande multa em euros.
A multa pode variar de EUR 2.582 até EUR 25.822, além da prisão de 6 meses a 3 anos.
E você, acredita que as operadoras de televisão por assinatura estão se adaptando bem à era digital e migrando corretamente seus conteúdos para apps e nuvens, permitindo que os usuários tenham um bom acesso dos canais dentro e fora de casa? Conte para a gente nos comentários!

FONTE: TUDOCELULAR

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